AS SETE VERDADES BÍBLICAS SOBRE O SÉTIMO DIA.





Essa discussão constante sobre sábados e domingos, esse ultimo como sendo o Dia do Senhor, é de grande inutilidade, pois a verdade sobre isso é tão cristalina, tão esclarecedora e tão conclusiva que inviabiliza qualquer discussão a respeito.   Quer ver por quê?


Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência aos papas romanos de tantos erros, servos de Satanás. Siga o Link:

http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27


Antes das Sete Verdades, numeradas abaixo, vamos a um Prefácio que por si só já DETERMINA, segundo a História e as Raízes da Igreja, que o domingo como O DIA DO SENHOR jamais existiu no Evangelho.

TUDO ACONTECEU EM LAODICÉIA.

LAODICÉIA foi uma das SETE Igrejas da Ásia citadas no Apocalipse, onde, futuramente,  no ano 364, por obra de Satanás, através dos Bispos de Roma, seus subservientes, que já habitavam os palácios dos reis, gozando a doce vida, sob pena de excomunhão e de severos castigos esses bispos, chamados papas pelo clero católico, obrigaram os cristãos a ingressarem em gravíssimo erro bíblico, segundo as Escrituras, como veremos abaixo:


E ao anjo da igreja de Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus.   Apocalipse 3:14

Portanto, nem um só apóstolo de Jesus ou um só cristão guardou um só domingo após a Ressurreição de Jesus, pelo menos até o ano 364, ou seja, 332 anos após a Ressurreição, quando então, no evento o CONCÍLIO DE LAODICÉIA finalmente, obrigados sob severos castigos e até pela ameaça da excomunhão aos que se negassem a trocar o sábado pelo domingo, finalmente Satanás venceu os santos vivos como estava profetizado. 

E para isso, Satanás usou os Bispos de Roma, depois papas para agredir a Deus na mais audaciosa empreitada: 

Sabendo Satanás que a Promulgação das Dez Leis do Monte Sinai representou a mais importante mensagem de Deus á Humanidade, tanto que somente a preparação da Promulgação levou várias semanas, num evento altamente majestoso e até espetacular, onde pela primeira vez o Senhor escreveria a parte mais importante das Escrituras com relação às suas leis, pois antes do Monte Sinai as ordens de Deus eram dirigidas aos viventes através dos Profetas.

Então, o ardiloso Satanás, assim como agiu com Eva, agiu com os homens, através do papado romano, sempre subservientes a ele. Satanás, fez com que DOIS dos mandamentos do Monte Sinai fossem EXTIRPADOS das Rochas Sagradas das Leis, e levou até os ditos protestantes, hoje evangélicos, a aceitar a EXTIRPAÇÃO do Quarto Mandamento, do sábado,  justamente por ser esse MANDAMENTO MUITO ESPECIAL.

O Sábado foi instituído ainda na Criação.  Deus Pai criou o homem no sexto dia da Criação e no Sétimo Dia criou o sábado para ele, para a Humanidade, pois Adão e Eva representaram a Humanidade.  Portanto, Deus criou o homem e logo em seguida criou um dia de descanso e louvor para ele, por isso mesmo Jesus revelou que O SÁBADO FOI ESTABELECIDO PARA O HOMEM (Marcos 2:28)


"Foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los". Apocalipse 13:7.

Antes de Napoleão ter fechado o Vaticano e encarcerado o Papa Pio VII  -- início do século 19 --, antes do movimento iluministas tomar força maior, acreditava-se, piamente, segundo a doutrina católica, que a excomunhão papal era a pior coisa que podia acontecer a um mortal, pois criam que o excomungado, por estar amaldiçoado, estava excluído da Salvação na Eternidade e seria hóspede eterno do Reino de Satanás.

Hoje, se o clero ainda mantém a tal excomunhão (pois até o padre Fábio de Melo, hoje, 2017,  está ameaçado com a excomunhão) o clero tenta abrandar a tal excomunhão alegando, falsamente, que "era promulgada a um pecador apenas para levá-lo ao arrependimento", assim como alegam os do site veritatis que a Pavorosa Inquisição Católica que assassinou centenas de milhares de pessoas "foi uma coisa santa".

Por isso, por pavor da tal excomunhão e pelos castigos  a quem ousasse continuar a guardar os sábados decretados pelo Bispo de Roma (o Papa Libório pela marcação católica), os cristãos passaram a obedecer às promulgações do CONCÍLIO DE LAODICÉIA, e o sábado passou a ser esquecido por conta do novo "Dia do Senhor" o tal domingo que na época era um dia normal de trabalho.


O Cânon 29 do Concílio de Laodicéia decreta:


"Os cristãos não devem judaizar e ficar ociosos no sábado, mas trabalhar nesse dia; devem apenas honrar especialmente o dia do Senhor [domingo], e como cristãos, devem se possível, não trabalhar neste dia. Se, entretanto, eles forem encontrados judaizando, que sejam excomungados por Cristo".

Mas como sempre, havia os REMANESCENTES que só aceitavam guiar-se pela Palavra de Deus Escrita que pelas doutrinas do homem.

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27  

O maior dos motivos pelo qual os primeiros Bispos de Roma (papas segundo o clero) proibiram a guarda do sábado foi ocasionado por puro ódio aos judeus. Os chefes cristãos, já vivendo sob o teto dos palácios dos reis, começando por Constantino, não suportavam guardar o mesmo dia em que eles, os judeus guardavam. Por isso, a convocação do Concílio de Laodicéia veio a resolver essa questão satânica.

“A existência dos judeus é coisa perversa, venenosa e diabólica”.  “Queimem no inferno, é isso que merecem”.  “Os judeus são demônios”.  John Hagee, ‘Should Christians Support Israel, página 167.

Quanto às leis imutáveis de Deus, durante a Transfiguração de Jesus, ouvi-se a Voz do Senhor Deus Pai dizendo:

“E saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho;  ouvi-o.    Lucas 9:35

Então, vamos OUVIR JESUS, como nos ordenou Deus Pai?

 “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim também como eu guardo os Mandamentos de meu Pai, e no seu amor permaneço”.    João 15:10.  E todos sabem que os mandamentos de Deus Pai são DEZ!

Mas os evangélicos que dão mais valor às suas doutrinas, preferem NÃO OUVIR JESUS e se afundam em seus graves erros pela DESOBEDIÊNCIA A DEUS PAI, e ainda ousam afirmar que são de Jesus!


Por isso, Jesus os acusa até hoje, pois ele é o mesmo de ontem e de hoje:

“E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”.   Jesus, em Marcos 7:9.

Jesus ainda nomeia como Filhos do Diabo os de ontem e os de hoje que repetem que eme, Jesus, trabalhava aos sábados, pois JESUS REVELOU QUE APENAS APARENTAVA que ele desrespeitava os sábados:


“Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”.    Jesus, em João 7:23 a 24


Sabe quem acusava Jesus de violar os sábados? Segundo o próprio Jesus ERAM OS FILHOS DO DIABO e os são ainda hoje.


“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.    Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.   Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?   Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus”.   João 8:44-47


Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:
http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27


Não adianta tentar se enganar fugindo da Palavra de Deus que nunca muda a respeito de suas promulgações.

Mostraremos, abaixo, Jesus santificando os sábados; a Igreja Primitiva santificando os sábados e até a Igreja do apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados (e nunca um só domingo)    


Os apóstolos de Jesus e os demais cristãos da Igreja Primitiva jamais guardaram um só domingo, e provaremos agora:  Esse dia só começou a acontecer como “substituto” do sábado no ano 364 de nossa era, ou seja, 334 anos depois da Ressurreição de Jesus.  Portanto, somente mais de três séculos depois da Ressurreição de Jesus os cristãos passaram a desrespeitar o sábado promulgado por Deus no Monte Sinai, e mesmo assim obrigados pelos chefes do cristianismo, lembrando que esses já viviam sob o teto dos palácios dos reis, gozando de todas as regalias da doce vida, das quais jamais se afastaram, pois até hoje os papas não conseguem desgrudar seus traseiros dos tronos da glória, do poder e do prestígio humano, pois de Jesus da Humildade nada têm.

o Concílio de Laodicéia foi convocado pelo Pala Libório (segundo a marcação católica que até fez de Simão Pedro o "primeiro papa".

Na verdade, pela História, o primeiro papa, antes apenas Bispo Universal da Igreja, depois papa, foi  Bonifácio III, nomeado pelo imperador bizantino Flavio Focas Augusto, no ano 607 de nossa era. Apesar que é um tanto confusa a data da criação da Igreja Católica Romana, os historiadores entendem que aconteceu na gestão do Papa Bonifácio III.


“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11

Pode-se discutir preceitos bíblicos, quando dão margem a mais de uma interpretação, mas NEGAR A HISTÓRIA  e as RAÍZES DA IGREJA, que também é História, isso não é possível, dentro da honestidade.

No Evangelho, não encontramos uma só linha que informe que o sábado viria a ser “substituído” pelo domingo da Ressurreição de Jesus (mesmo porque isso seria impossível),  mas a História nos revela que somente no ano 364, pelo Concílio de Laodicéia, os cristãos foram obrigados a guardar o tal domingo sob pena de severos castigos aos desobedientes e até sob a excomunhão.

O bispo de Roma, Libório (Papa Libório pela marcação católica) convocou um concílio denominado Concílio de Laodicéia para finalmente decretar uma proibição que já vinha sendo planejada e ensaiada havia tempos: A PROIBIÇÃO DO SÁBADO NA VIDA DOS CRISTÃOS, resultado do ódio contra os judeus, pois os bispos não aceitavam guardar o mesmo dia que os judeus.

Como jamais conseguiriam obrigar os judeus a mudar o Dia Santo e Bendito de guarda, o sábado -- assim nomeado por Deus --, investiram contra os cristãos, obrigando-os a abandonar o Dia do Senhor.


Repetindo pela alta importância:

O Cânon 29 do Concílio de Laodicéia decreta:

"Os cristãos não devem judaizar e ficar ociosos no sábado, mas trabalhar nesse dia; devem apenas honrar especialmente o dia do Senhor [domingo], e como cristãos, devem se possível, não trabalhar neste dia. Se, entretanto, eles forem encontrados judaizando, que sejam excomungados por Cristo".

A existência dos judeus é coisa perversa, venenosa e diabólica”.  “Queimem no inferno, é isso que merecem”.  “Os judeus são demônios”.  John Hagee, ‘Should Christians Support Israel, página 167.

Além de o resultado do Concílio de Laodicéia ter, finalmente, proibido o sábado na vida dos cristãos, o Papa Libório ainda decretou severos castigos a qualquer cristão que ousasse desrespeitar o resultado do concílio, com toda certeza gerenciado por Satanás.


Então, até um tolo pode concluir que se um Concílio foi criado exatamente para proibir todos os cristãos de continuar a guarda do sábado, não teria havido a necessidade desse concílio se os cristãos já estivessem guardando o tal domingo desde a Ressurreição de Jesus, como querem os das doutrinas e tradições.  É ou não É?

Isso é lógica irreversível, pois não se pode desmentir a História registrada por centenas de autores, enciclopédias e outros registros.

Mas na história do cristianismo sempre houve os remanescentes, os únicos da Bíblia, somente da Bíblia. Por isso mesmo, nem obrigados pelo Concílio e Laodicéia  não renegaram as promulgações de Deus para a guarda e santificação do sábado santo e abençoado, assim nomeado pelo Criador.

Jesus condenou asperamente os fariseus que rechaçavam a Palavra de Deus por conta das suas doutrinas e tradições. Mas hoje isso continua acontecendo por conta do desrespeito ao sábado, como se essa agressão a Deus pudesse ser algo normal, pois Católicos, Ortodoxos e Evangélicos preferem viver suas doutrinas e tradições,  não se importando, nem um pouco, em pisar sobre o Segundo Mandamento que proíbe a idolatria e o Quarto Mandamento de Deus Pai que nunca muda em suas promulgações:

 Porque eu, o Senhor, não mudo”. O Senhor, em Malaquias 3:6.

“E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”.    Jesus, em Marcos 7:9.       

Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente”.  Efésios 4:14  



Testemunhos de grandes homens a respeito dos santos sábados:

A maior das provas que comprovam que nenhum dos apóstolos de Jesus, mesmo depois de sua Ressurreição jamais guardaram um só sábado nos é provado pela História Universal e pelas Raízes da Igreja que mostram o evento CONCÍLIO DE LAODICÉIA, que foi convocado pelo Papa Libório (marcação católica) no ano 364 de nossa era, justamente para fazer cessar a guarda dos sábados pelos cristãos, por puro ódio aos judeus. 

Os bispos cristãos, já habitando sob o teto dos palácios dos reis, não suportavam ter de guardar o mesmo dia que os judeus. E já que os judeus prefeririam morrer a violar os sábados, pelo Concílio de Laodiceia, no ano 364, FOI PROIBIDA A GUARDA DO SÁBADO QUE VINHA SENDO RESPEITADO ATÉ ÀQUELE ANO e, para consolidar essa infeliz proibição, foram decretados severos castigos a todo aquele que ousasse continuar a guardar os sábados. Mas havia os remanescentes que preferiam castigos até mortais a agredir a Vontade de Deus. Vejamos alguns testemunhos de grandes homens a respeito do CONCÍLIO DE LAODICÉIA:


O professor de História Eclesiástica Edward Brerewood, do Gresham College, Londres, afirma:

“O sábado foi religiosamente observado na Igreja do Oriente, durante mais de trezentos anos depois da paixão do Salvador.” Fonte: “Learned Treatise of the Sabbath”, pág. 77.

O puritano William Prynne confessa francamente:

O sábado do sétimo dia foi observado por Cristo, pelos apóstolos e pelos primeiros cristãos até que o Concílio de Laodicéia, século Quarto, há certos respeitos como o que aboliu a sua observância. O Concilio de Laodicéia decidiu, em primeiro lugar, a observância do Dia do Senhor, no caso o domingo, e em seguida proibiu sob pena de maldição a observância do sábado judaico.” Fonte: “História dos Concílios”, par. 38, pág. 163, tudo isso para não se parecer, em nada, aos judeus. Assim o forte vínculo que o papado romano tinha com os judeus foi abolido, sob aplausos de Satanás. Que havia maquinado bastante para isso! 


William Prynne foi membro da Igreja Presbiteriana, estudou na Universidade de Oxford e atuou como advogado e escritor.  William Prynne  (1633). Dissertation on the Lord's Day Sabbath, p. 33-34, 44. Quote in: ANDREWS, J. N. (1862). History of the Sabbath and First Day of the Week, Batthe Creek, US-MI: Steam Press of the Seventh-Day Adventist Publication Association, part. II, p. 265.


Nem haveria a necessidade de buscar na História e nas Raízes da Igreja elementos que provassem que no Evangelho os cristãos e apóstolos jamais guardaram um só domingo, pois existem SETE VERDADES no Evangelho que comprovam biblicamente isso:

As Sete Verdades sobre o Sétimo Dia. 

Todas incontestáveis se a honestidade estiver presente:


  Di    Dizem  os sábios que um bom exemplo vale mais que mil palavras. É ou não é? É claro que é! então, vamos ver os vários exemplos de Jesus e de sua Igreja Primitiva santificando os sábados  (que valem mais que milhões de palavras) até mesmo décadas após a Ressurreição de Jesus.  Essa parte ANULA completamente as pretensões dos que defendem erradamente o domingo “substituindo” o Sábado Santo, solene e Abençoado do Senhor:

PRIMEIRA VERDADE 

  
  “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”.   Lucas 4:16.   Jesus, nos concedendo o exemplo, pois segundo o Mandamento e a Tradição israelita, guardou o sábado por toda a sua vida.
Os pastores evangélicos, na maioria, como sempre, tentando desmerecer os sábados santos e abençoados de Deus, alegam que Jesus sendo judeu,  aos sábados frequentava o templo segundo sua tradição. Ora, acontece que, ao  mostrar-se  apresentando no templo aos sábados Jesus o fazia para nos dar o exemplo, pois tudo o que Jesus fez na Terra foi com o objetivo direto de nos deixar como exemplo.  Se o Espírito Santo de Deus quisesse mostrar Jesus frequentando o templo aos sábados para nos dar o exemplo, é certo que mostraria Jesus no templo aos sábados, da mesma forma como Está Escrito em Lucas 4:16.


Esse exemplo foi altamente salutar, pois toda a sua Igreja Primitiva imitou-o CONTINUANDO a santificar os sábados de Deus Pai pelo menos ate´o ano 364. Vejamos as provas bíblicas que Jesus, seus apóstolos, sua Igreja e até a Igreja de Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados!


SEGUNDA VERDADE


Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”.  Lucas 23:55 - 56.  A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

Então, sendo os cristãos da Igreja Primitiva legalistas, é certo que devemos imitá-los. Boa parte dos pastores evangélicos usam essa palavra legalista como se fosse algo nocivo, mas ao contrário, é altamente benéfico, pois se refere à OBEDIÊNCIA A DEUS PAI na observação de SEUS DEZ MANDAMENTOS.

Por sinal, o Senhor Deus é o maior dos legalistas, pois o Universo Inteiro funciona sob suas leis e diretrizes, dese o maior dos astros até o menor dos átomos.






TERCEIRA VERDADE


Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, décadas depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo fazendo do sábado um dia de culto e louvor:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

Esse preceito acima revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  

Mas os fariseus de quase todas as denominações, também clérigos católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas, depois dessas revelações do Espírito Santo de Deus e depois do resultado do Concílio de Laodicéia, no ano 364?


QUARTA VERDADE


“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44.

Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar aos sábados e, como quase toda a cidade nunca caberia num templo, as reuniões para louvar o Senhor eram realizadas ao ar livre, e isso não poder ser negado, sem se ingressar no farisaísmo.

O apóstolo Paulo, aos sábados, conseguia levar QUASE TODA A CIDADE a louvar nesse dia santo e bendito do Senhor, por isso, aos domingueiros eu pergunto: Cadê o tal domingo?



QUINTA VERDADE


 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  

Os defensores do domingo, inventado, argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois, pela sua tradição, os judeus jamais aceitariam que gentios pagãos -- no caso presente os gregos -- participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo jamais aceitariam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas principalmente aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo  após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás, segundo o Apocalipse 13:7.

Vejamos uma das provas bíblicas que revelam que os judeus não aceitavam, de modo algum, a presença de gregos ou outros estrangeiros em seu templo, e por isso tentaram até matar o apóstolo Paulo:


“Clamando: Homens israelitas, acudi; este é o homem que por todas as partes ensina a todos contra o povo e contra a lei, e contra este lugar; e, demais disto, introduziu também no templo os gregos, e profanou este santo lugar”.  Atos 21:28.

No caso de Atos 21:28, o apóstolo Paulo estava sendo acusado de violar as leis, mas essas leis nada tinham a ver com as 10 do Decálogo, e sim das leis ainda defendidas pelos fariseus, escribas e os principais do templo, tais como, sendo as principais os sacrifícios dos animais nos templos, a lei da morte, do chicote, a segregação racial e principalmente a lei da Circuncisão da carne.  

Infelizmente, a favor de suas doutrinas, a maioria dos pastores evangélicos fazem uma nociva confusão a respeito de leis e leis. As leis de Deus "imexíveis" e as leis e ordenanças retrógradas, que por isso mesmo só vigoraram até João (Lucas 16:16).

Por isso mesmo, tive de elaborar, cuidadosamente, um blog, mostrando os erros de interpretação da Carta aos Gálatas, onde Paulo abomina um grupo de gálatas que pretendia que as leis citadas continuassem a valer também no Evangelho:




SEXTA VERDADE


Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado...”.  Atos 1:12. 

 Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.



SÉTIMA VERDADE


7)           “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.

Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Massada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

No próprio Mandamento do Sábado, o Senhor Deus nos revelou, claramente, que sempre será o Dia do Senhor:


“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar  Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.   Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”.  Êxodo 20:8-11

Como Está Escrito que o Senhor Deus nunca muda em suas promulgações, a do Monte Sinai foi a principal, a mais importante delas todas, mas a despeito dessa Verdade, a maioria que se diz cristã pisa na Palavra de Deus, ingressando fortemente na Desobediência, se esquecendo que a Desobediência reiterada e constante aos seus mandamentos foi a causa de o Senhor ter varrido da face da Terra 11 das 12 tribos de Israel, SEU POVO DILETO, e só não extinguiu a última porque o Messias teria de nascer, necessariamente, de Israel.

Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.

Como Está Escrito em Tiago que não adianta guardar somente nove dos mandamentos, pois, se faltar um só, a Desobediência a Deus estará caracterizada:



“Porque qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu, pois, não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei”. Tiago 2:10-11

Alguns pastores e entendidos tentaram-me e tentam até hoje, afirmando que nem um só santo em vida conseguirá guardar todos os mandamentos de Deus Pai, como se o Senhor Deus tivesse nos legado mandamentos tipo cargas pesadas, difíceis de guardar; mas não é isso que Está Escrito:


"Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados".1 João 5:3

É evidente que segundo a fraqueza humana, podemos quebrar a obediência irrestrita de um ou outro mandamento, pois jamais seremos perfeitos como Jesus Cristo, mas também Está Escrito em Hebreus 10:17 e em Ezequiel 18:20-21, que se nos arrependermos verdadeiramente de nossos pecados e começarmos a espalhar o bem, ele, o Senhor, se esquecerá de TODOS os nossos pecados. Mas a falta reiterada e constante na guarda de um só mandamento, por exemplo, o do sábado, estará caracterizada grave desobediência e não haverá merecimentos quanto à guarda dos demais mandamentos guardados. 

Só vale a obediência a todos os mandamentos ou nada, e não sou eu quem inventou, pois trata-se da Palavra de Deus Vivo, Escrita pelo Espírito Santo de Deus. Ou será que alguém pode duvidar do Espírito Santo de Deus?                                                                                                                                                                                                     
“Porque qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu, pois, não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei”. Tiago 2:10-11

Como Está Escrito por 14 vezes na Bíblia, sendo 12 no Evangelho, revelando que o Senhor não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele, tanto gregos, capadócios, israelitas e nós outros, as maldições rogadas por ele aos desobedientes israelitas foram destinadas também a eu e você: Vejamos:.


“Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15


O Senhor Deus não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele:   Atos 10:34 -  Atos 15:9  - Romanos 2:11 - Romanos 10:12 - Romanos 3:22 -  Tiago 2:4 - Tiago 2:9 - Colossenses 3:25 - Efésios 6:9 - 1 Pedro 1:17 - Êxodo 11:7 - Deuteronômio 10:17 - Deuteronômio 16:19 - Crônicas 19:7 . 

Jesus nos ensinou uma oração profunda que fundamentalmente abrange todas as nossas necessidades materiais e principalmente as espirituais, que é o que mais nos importa.  Nessa grandiosa oração, está inserida a revelação:  
Seja feita a tua Vontade  (Senhor).

 Eu pergunto: Qual é a maior das vontades de Deus nas Escrituras, tanto no A.T. quanto na Nova Mensagem senão a OBEDIÊNCIA? A Obediência a que? Ora, até um tolo sabe: Aos Mandamentos de Deus, que são 10, que foram cravados nas Rochas Sagradas de Deus para que jamais se apagassem. Veja, a seguir, o MAIOR motivo pelo qual o Senhor nos promulgou suas 10 leis.

A Vontade de Deus ao qual devemos a ele  toda a Obediência, é que guardemos TODOS os seus Mandamentos promulgados por ele no Grande Evento  Monte Sinai, quando ele fundiu a sua Vontade  nas Rochas Sagradas das Leis para que nunca se apagassem a favor da humanidade.


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Ora, porque o Senhor Deus atribuiu tanta importância às suas dez leis do Monte Sinai?

Vamos ver por que Jesus nos pediu para fazermos a Vontade de Deus Pai, em João 15:10, guardando os mandamentos promulgados por Deus Pai? Ora, ele o fez exclusivamente por amor a nós todos da Humanidade, senão vejamos:


Segundo as Escrituras, a importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo foi tão extensa, grandiosa, sublime, marcante, extraordinária que, diferente de seus procedimentos anteriores quando ordenava a seus profetas escreverem suas palavras para a posteridade, desta vez ele fez questão de escrever, pessoalmente, também para a posteridade, nos altos de um monte (Êxodo19:18), num espetáculo indescritível, não nos papiros que se dissolvem, mas com o fogo de seu olhar, com palavras cravadas, fundidas profundamente em rochas sólidas para que nunca se apagassem, todas as suas leis, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo à Humanidade a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas, sem tribulações,  pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas  e artefatos feitos para conflitos e guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente,  a paz sobreviria sobre a Terra inteira. 

Notaram a Bondade e a Sabedoria do Senhor Deus? Mas infelizmente católicos, ortodoxos se esquivam de DOIS dos Mandamentos de Deus Pai, e a ampla maioria evangélica também NÃO faz a Vontade de Deus, pois foge de seu principal Mandamento, o do sábado, o qual ele nomeou como sendo SOLENE, SANTO E ABENÇOADO e o instituiu como UM SINAL entre ele e a Humanidade, já que nos revelou que não faz distinção de pessoas, pois todos somos iguais perante ele.

Por isso mesmo Jesus nos pediu OBEDIÊNCIA ao Pai, assim como ele obedece:
   
"Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim também como eu guardo os Mandamentos de meu Pai, e no seu amor permaneço”.  João 15:10.

Em João 15:10, Jesus acaba de legitimar, mais uma vez, o Decálogo de Deus Pai, mas tem tolos muito tolos, inclusive uma parte de pastores evangélicos, que afirmam que Jesus pregou as leis na cruz, interpretando ao avesso a Carta aos Gálatas.


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A ampla maioria cristã, por comodidade e por apegar-se à doutrinas, foge da Palavra de Deus que Deus nunca muda (como nunca mudou a respeito de Adão e Eva), tentando fazer Deus mudar, com relação ao Quarto Mandamento do Decálogo.


“Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a Palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”.  I Pedro 1:24.

Se é Verdade de Deus que sua Palavra permanece eternamente, ela valia ontem, vale hoje e valerá até a Consumação de todos os séculos. Então, sendo assim, também o Mandamento do sábado faz parte da Salvação. É a Palavra de Deus que nos revela. 

Os vestidos de branco, no Dia de Jesus, serão salvos pela guarda dos mandamentos de Deus, que são 10, a primeira condição para a Salvação, como nos revela o exemplo de Jesus e o Jovem Rico.

 “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a fé em Jesus”.  Apocalipse 14:12



VAMOS VER NOVAMENTE A VONTADE DE DEUS:

Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.

“Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir TODOS os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15 

Eu pergunto o que todos sabem: quantos são TODOS os mandamentos?


 A maioria cristã faz uma tremenda confusão a respeito de sábados e domingos Os cristãos, em minoria, os remanescentes,  julgam corretamente que o Criador, que nunca muda, jamais aceitaria que uma só de suas leis fundidas nas Rochas Sagradas pudesse ser “lixada” pelos homens, não importa qual seja o motivo, portanto, creem firmemente que o Sábado é o Dia do Senhor, como está fartamente revelado pelas Escrituras. Outra parte considerável crê que Jesus teria revogado e pregado na cruz todas as dez leis a favor da religião da graça e da liberdade, interpretando errado a Carta aos Gálatas. Uma terceira parte, bem maior, a parte tola, sem nenhum fundamento bíblico, prefere crer que pela ressurreição de Jesus ele teria revogado o Quarto Mandamento a favor do domingo, permanecendo, então, como válidos, os demais mandamentos (nove).



        O Mandamento do Sétimo Dia foi instituído na Criação do mundo (Gênesis 2:3), não para o próprio Criador, pois em sua perfeição jamais criaria um Mandamento para si próprio, não tem como, e, como Espírito Perfeito jamais se cansa (Isaías 40:28), então o Mandamento do sábado foi criado para o homem, pois ele, sim, em nome da saúde e de uma vida longa necessita de um dia de descanso na semana. O próprio Jesus legitimou isso no Evangelho ao reger:

 “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado.  Jesus Cristo, em Marcos 2:28.  

Se o Filho de Deus afirmou que o sábado foi criado para o homem, então o sábado foi criado para a Humanidade, assim como os castigos  promulgados contra Adão e Eva foram, também, dirigidos à Humanidade.

Quanto a ser o Senhor do sábado, Jesus também afirmou que é maior que o Templo (Mateus 12:6, maior que Abraão (João 8:57),  maior que Jonas (Lucas 11:32), maior que Salomão (Mateus 12:42) e mais importante que Jacó, sem desmerecer qualquer um deles, portanto, também não desmereceu o santo sábado, pois é o Senhor de Tudo, pois está Escrito que Deus lhe deu toda a autoridade sobre tudo o que existe:

 “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra”. Jesus, em Mateus 28:18.

2)     A maioria evangélica, católicos e ortodoxos julga, temerariamente, que a Ressurreição de Jesus teria anulado, teria riscado das Rochas de Deus o Mandamento do Sétimo Dia, dando lugar ao primeiro dia da semana, o tal domingo, mas isso é absolutamente impossível, pois não há uma só linha no Evangelho que autorize tal mudança, mesmo porque Está Escrito que Deus Nunca Muda em suas Promulgações à Humanidade:

Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.

“Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”.  I Pedro 1:24.

Então, segundo as Escrituras, o sábado é para sempre, e se tivesse havido  uma mudança a respeito (simplesmente impossível), essa foi criada pelo homem e nunca por Deus e os autores dessa imensa agressão ao Senhor são Filhos do Diabo, como os chamou Jesus, amargarão maldições no dia ao Julgamento Final. Quanto a isso, num descuido, o clero católico confessa, por escrito, o seu gravíssimo erro ao atentar violentamente contra o Sétimo Dia Santo e abençoado de Deus:

“A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.

 “Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366

Para aqueles que teimam em descaracterizar as 10 Leis de Deus, assim com o clero católico que descaracterizou dois dos mandamentos, que criou um ramal religioso chamado católico que mais se assemelha a uma grande seita, e que por ela trucidaram centenas de milhares de pessoas em sua "santa" Inquisição,  mas também, incrivelmente os evangélicos domingueiros, pois cortaram o Quarto Mandamento em suas doutrinas,  o Senhor promete a todos eles a maldição.


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O Vaticano é denominado pelo Apocalipse como a Babilônia e como a Grande Prostituta. 

“Tu profanaste os sacramentos pela simonia, clama ele à sua Igreja. A tua luxúria fez de ti uma prostituta. És um monstro abominável. Criaste uma casa de devassidão. Transformaste-te, de alto a baixo, em casa de infâmia. E o que faz a mulher pública? Acena a todos os que passam; quem tiver dinheiro pode entrar e fazer o que lhe apeteça. Mas quem quer o bem é expulso. Foi assim, Igreja prostituída, que desvendaste a tua vergonha aos olhos do universo inteiro e o teu hálito envenenado se elevou até ao céu”.
  Fonte: TINCQ, Henri - Os Génios do Cristianismo. Histórias de profetas, de pecadores e de santos. Lisboa: Gradiva, 1999.


Por isso, tremenda foi a vingança vaticana, satânica,  contra o frade Savonarola ao final do século 15, pois foi enforcado e, depois, por ódio incontido do Papa Alexandre VI, o Bórgia, teve seu cadáver também queimado nas fogueiras da Igreja, juntamente com seus auxiliares, também clérigos católicos (Fontes: Enciclopédia BARSA). Bem profetizou o Evangelho:

. “...mas virá a hora em que quando vos matarem, julgarão estar prestando culto a Deus”.
  O Evangelho de João, 16.2. 


“Babilônia a grande, a mãe das prostitutas e das abominações da Terra. Vi à mulher embriagada com o sangue dos santos e do sangue dos mártires de Jesus. Quando a vi fiquei assombrado com grande assombro”.  Apocalipse, capítulo 17.


“Ninguém pode imaginar as ações infames e os pecados que se cometem em Roma. Se existe mesmo o Inferno, Roma está construída sobre ele”. Martinho Lutero, ao visitar Roma, assombrado com tanta corrupção humana do papado romano.

3)           Uma parte dos cristãos julga que Jesus acabou com as leis a favor da graça e da liberdade, mas Jesus fez tudo exatamente ao contrário, pois legitimou TODAS as leis do Decálogo em sua primeira pregação à Humanidade, no Sermão do Monte, e ainda amentou o grau de observação em três das 10 leis (Mateus, 5:21 a 28.

 “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei sem que tudo seja cumprido”.   Jesus, em  Mateus 5:17 a 28. Está Escrito que tudo será cumprido na Consumação dos Séculos, no Grande Dia de Jesus, quando os Portais do Reino de Deus serão abertos aos mortais de Jesus, antes fechados desde Adão e Eva (João 14:1 a 3, como também em 1 Tessalonicenses 4:13 a 17).


Se Jesus Cristo afirmou que das leis de Deus Pai nem mesmo um simples til se poderá retirar, é absolutamente impossível atentar contra a lei do sábado com sucesso, pois o Quarto Mandamento contém 80 palavras ou 405 caracteres. E assim, pelo menos até o Grande dia da Volta de Jesus, o sábado é para sempre!

Novamente repetindo pela alta importância:
  
4)           A ampla maioria cristã alega que em sua vida pública Jesus teria violado os sábados ao trabalhar nesse dia, mas quem o acusou de violar os sábados foram os fariseus, os filhos do diabo, assim como Jesus Cristo os nomeou em João 8:44. A respeito dessa acusação terrível, Jesus respondeu a eles que apenas APARENTAVA que ele desrespeitava os santos sábados:

“Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”.  Jesus, em João 7:23 a 24

“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.    Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.   Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?   Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus”.   João 8:44-47

Se, por acaso, você for um daqueles que, ao atentar contra o sábado santo e abençoado de Deus argumentar que Jesus violava, que ele trabalhava aos sábados, segundo o próprio Jesus você, também, é um filho do Diabo.

Vamos ver Jesus, continuando a legitimar os sábados no Evangelho:

“E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga (filho do diabo acusador), indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado.   Respondeu-lhe, porém, o Senhor, e disse: Hipócrita, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou jumento, e não o leva a beber?   E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa?”.    Lucas 13:14-16, Aqui Jesus nos revela que o amor de caridade tem preponderância sobre qualquer lei (1 Coríntios 13:13).

“E, estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada; e eles (os fariseus do diabo), para o acusarem, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados?  E ele lhes disse: Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela, e a levantará?   Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por consequência, lícito fazer bem nos sábados.  Então disse àquele homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e ficou sã como a outra.  E os fariseus, tendo saído, formaram conselho contra ele, para o matarem”.  Mateus 12:10-14.

“E os escribas e fariseus (filhos do diabo) observavam-no, se curaria no sábado, para acharem de que o acusar.  Mas ele (Jesus) bem conhecia os seus pensamentos; e disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te, e fica em pé no meio. E, levantando-se ele, ficou em pé.   Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: É lícito nos sábados fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar?   E, olhando para todos em redor, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele assim o fez, e a mão lhe foi restituída sã como a outra.  E ficaram cheios de furor, e uns com os outros conferenciavam sobre o que fariam a Jesus”.  Lucas 6:7-11.

“E dizia-lhes Jesus: Invalidais o Mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”.    Jesus, em Marcos 7:9

5)           O sábado é o ÚNICO Mandamento chamado por Deus de Santo e Bendito e o Único estabelecido como UM SINAL entre ele e a Humanidade (pois não faz distinção de pessoas ou de raças): “Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus”. Ezequiel 20:20.

Ora, se o sábado foi estabelecido por Deus como UM SINAL entre ele e a Humanidade, de modo algum  jamais sairá dessa condição divina. Quanto aos que julgam que esse Sinal foi dado apenas aos israelitas, então, nesse caso, além de tentar fazer de Deus um incoerente, pois ele revelou que não faz distinção entre pessoas ou raças, nós não podemos nos servir de nenhum dos livros do Velho Testamento, nem dos Salmos, Isaías, Daniel, etc. e nem mesmo de Malaquias, muito usado para legitimar os dízimos, pois esses livros todos forma escritos inicialmente para os israelitas, assim como as 10 leis É ou não é? Dois pesos e duas medidas não vale! 

Além disso, abaixo, no capítulo 7, Está Escrito que nós somos os legítimos herdeiros dos israelitas e que Jesus, de todos nós, fez UM SÓ POVO. Para aclarar mais ainda que Deus não faz diferença alguma de Israelitas, hoje judeus de nós outros, ele, o Senhor, mandou escrever em Efésios 2:14 que a parede que nos separava dos israelitas foi derrubada a favor de um só povo.


Na Bíblia, há 14 revelações que atestam que Deus não faz diferença de pessoas e que todo são iguais perante ele. Vejamos algumas:  


Vós, sim, que antes não éreis povo, agora são povo de Deus”.  1 Pedro 2:10. Agora não há mais distinção de pessoas, pois somos todos POVO DE DEUS.

"Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; ederrubando a parede de separação que estava no meio" Efésios 2:14.

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deusmas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”.  Romanos, 2:12.  Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez! 

“Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpoquer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito”. 1 Coríntios 12:13

“Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas”. Romanos 2:11

“Pois o SENHOR vosso Deus é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas”.  Deuteronômio 10:17

“E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas”.   Atos 10:34    

Para sacramentar definitivamente o fato de que somos nós os verdadeiros herdeiros dos israelitas, aqueles mesmos que receberam as Rochas Sagradas das Leis, atestado pelo Espírito Santo:

“E todos os profetas, a começar por Samuel, assim como todos os que depois falaram, também anunciaram estes dias. Vós sois os filhos dos profetas  e da aliança que Deus estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da Terra”.  Atos dos Apóstolos 3:24 - 25.   Os herdeiros não herdam apenas as bênçãos, mas também as obrigações.

Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Romanos 10:12

 “Pois o SENHOR vosso Deus é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas”.  Deuteronômio 10:17
       
6)         
           Os cristãos, em parte, alegam, altamente equivocados, que o Decálogo do Monte Sinai, no qual o sábado está intrínseco, teria sido dado apenas aos israelitas, e não a nós do Evangelho, por isso, alegam que “nós não temos obrigação de guardar”. Mas vejamos que a Verdade do Evangelho de Deus que nos faz herdeiros dos israelitas.

Novamente, a Verdade do Evangelho faz dos cristãos e de Israel um só povo:

Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades.  E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito.  Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus”.    Efésios 2:14 a 19.

“...na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos que consistia em ordenanças...”.  Esse verso, retirado do preceito acima, nada tem a ver com a derrocada do Decálogo, pois sendo isso impossível, o apóstolo Paulo, sempre dirigido pelo Espírito Santo de Deus, se refere às ordenanças e leis antigas, provindas de Levítico, criadas numa época para regular as ações dos israelitas nos difíceis 40 anos de deserto, mas que de forma alguma tiveram lugar no Evangelho de Jesus, pois eram leis duras, cargas pesadas que escravizavam onde entrava até a morte por esfacelamento.  E isso Está Escrito em Lucas 16:16, que revela:

A lei e os profetas vigoraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele. E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei.        Lucas 16:16 e 17   Esses dois preceitos nos mostram a derrocada (no Evangelho) das leis que escravizavam, que amaldiçoavam e até poderiam nos matar, se tivessem sido integradas no Evangelho.  Em seguida a essas colocações, a Palavra de Deus novamente legitima o Decálogo de Deus (as 10 leis).

 “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”.

 Nesse mesmo preceito acima, Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável  por causa do homem. Deus Pai criou o homem em no sexto dia da semana, e no sétimo criou o sábado para ele, para a Humanidade. Portanto, enquanto existirem os viventes humanos na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos.  E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum se a honestidade estiver presente!

Para aquele que julga que todos os dias são de Deus, tentando diminuir o forte valor do sábado, isso é verdade, mas só um ele elegeu como especial, como Um Sinal entre ele e o homem e o único dia, o único Mandamento que nomeou como Santo e Bendito.
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Além disso, o cristão tem de aceitar como VERDADE ABSOLUTA que Deus nunca muda em suas promulgações, pois essa característica divina está revelada na 1 Carta de Pedro 1:24 e em Isaías 40:7-8 e em Malaquias 3:6,  que o Senhor Deus nunca muda em suas promulgações, assim como nunca mudou em relação aos castigos dirigidos ao primeiro casal, que ainda hoje respingam em toda a humanidade. Portanto, se Deus nunca muda em suas promulgações, como poderia ter mudado na maior e mais importante delas, o Grande Evento Monte Sinai?




Uma prova absolutamente esclarecedora de que o Senhor Deus jamais poderá mudar em uma só de suas promulgações, temos o exemplo de Adão e Eva, pois o casal desobedeceu a única promulgação, constante de uma só lei e por isso os castigos decretados ao casal ainda respingam entre nós outros.  Para aclarar bem isso, nem com a Vinda do Jesus da Luz sobre as Trevas, do Jesus da Nova Mensagem, do Jesus do Pleno Amor, do Jesus que se comovia e até chorou vendo a miséria humana, do Jesus que amou tanto a Humanidade que aceitou sofrer horrores para redimir do pecado os viventes e ainda abrir os Portais do Reino de Deus no Grande Dia de sua Volta, mas com tudo isso NÃO CONSEGUIU NEM AMAINAR AS DORES DO PARTO, pois sabia que DEUS NUNCA MUDA, segundo Malaquias 3:6. Palavra de Rei nunca pode voltar atrás!


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Existem, no Evangelho, duas grandiosas revelações que não foram escritas, mas que são facilmente compreendidas. Confira, pois todo cristão deve tomar conhecimento, sendo que a maioria quase absoluta dos pastores e clérigos, em decorrência de suas doutrinas,  não vão informar os seus sobre essa Verdade!

“E dizia-lhes Jesus: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”. Marcos 7:9

PRIMEIRA REVELAÇÃO

A imensa maioria dos pastores evangélicos, clérigos católicos, clérigos ortodoxos ensinam que os apóstolos de Jesus guardavam, santificavam os domingos, mas isso é uma imensa enganação, um estelionato religioso de grande porte, o maior de todos os tempos, pois a prova gigantesca de que a Igreja Primitiva de Jesus santificava os sábados, segundo a Lei, é que somente após o Concílio de Laodicéia, no ano 364, os cristãos foram obrigados pelo papa Libório (marcação católica)  a guardar o domingo,  por consequência, excluindo o sábado da Lei definitivamente na doutrina futuramente católica. Como um tipo de Xeque Mate na exclusão do sábado, ainda foi votado por esse concílio severos castigos a quem ousasse continuar guardando os sábados da Lei.  


Mas, felizmente, Graças ao Senhor, como sempre aconteceu no cristianismo de todas as épocas, havia os REMANESCENTES, os cristãos da Bíblia que ousaram não se submeter a Satanás que sempre comandou o papado romano colocado nos palácios da doce vida após Constantino.  Esses REMANESCENTES não aceitaram a Palavra de Deus ser agredida tão violentamente a ponto de Excluir o Mandamento mais amado dele, pois foi o único dos 10 nomeado pelo Senhor como SANTO E ABENÇOADO e ainda instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade, já que Está Escrito, repetidamente, no Evangelho, e em Deuteronômio, que Deus não faz distinção de pessoas ou de raças, tanto gregos, como israelitas, como nós outros e como TODOS os demais povos, pois para ele são todos iguais.


Portanto, essa história de que a Igreja Primitiva de Jesus guardava o domingo é uma gigantesca invenção, de concepção fragilíssima. Além disso, provaremos abaixo, através das SETE REVELAÇÕES que exibem, sem possibilidades de refutações honestas: 

1) Jesus santificando os sábados.


2)  A sua Igreja: o povo e os apóstolos santificando os sábados


3) O Apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, santificando os sábados de tal modo que levava quase toda a cidade a louvar aos sábados! 


Vamos colocar aqui um só exemplo dos apóstolos, no caso Paulo, santificando os sábados com sua igreja:



“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44.

Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado e,  como quase toda a cidade não caberia num templo, é claro, as reuniões para louvar o Senhor sempre eram realizadas ao ar livre.  E isso não poder ser negado, pois Está Escrito!

 Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

A respeito de sábados ou domingos, se tivesse havido uma declaração dos apóstolos de Jesus, após a Ressurreição dele, mais ou menos assim: “Irmãos, pela grandiosidade da Ressurreição de nosso Mestre, Jesus Cristo, que já subiu ao Reino de Deus Pai, a partir de hoje vamos abolir o sábado e passar a guardar o domingo”, não teria sido algo nada fácil a aceitação pelos cristãos, principalmente dos judeus convertidos ao cristianismo, incluindo também, paralelamente, os fariseus, escribas e os principais do templo, seguidores da Torah, que teriam protestado em alta escala, com graves rebeliões e possivelmente até com mortes se tivesse havido tal agressão ao mais amado Mandamento de Deus.

Se tivesse havido algo assim no Evangelho, pois em seus 40 dias na Terra depois de sua Ressurreição, JESUS NÃO DISSE UMA SÓ PALAVRA SOBRE SUA RESSUREIÇÃO VIR A INFLUIR NA PALAVRA DE DEUS QUE ORDENA GUARDAR O SÁBADO  -- e nem poderia pela sua divina coerência  -- mas se mesmo assim os apóstolos tivessem tentado fazer mudar a tradição, muitas vezes secular, da santificação do sábado pela maioria dos cristãos originários de Israel, isso teria obrigatoriamente de ter passado por muitas reuniões para discussões, certamente acaloradas -- e ouso dizer até violentas --, pois o tema da exclusão do sábado no Evangelho seria de dificílima aprovação, escandalosa, e ouso dizer até absolutamente impossível!  E tudo isso teria de estar registrado pelo Evangelho, assim como foi registrado até o insignificante fato de os amigos de Jesus comerem sem lavar as mãos.

Somente pelo fato de o Evangelho não ter registrado uma só rebelião contra agressões ao Sétimo dia de Deus, prova que essa agressão jamais existiu no Evangelho, mesmo porque a História prova que todos os cristãos de Jesus, mesmo após sua Ressurreição, santificaram os sábados pelo menos até o ano 364, quando Satanás começou a vencer os santos vivos. (Apocalipse 13:7)

Portanto, um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus cravado nas Rochas Sagradas das Leis e, pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, não haveria como não ter um período de TRANSIÇÃO, se isso fosse possível! É ou não é? Vamos a todos os detalhes:

A (impossível) TRANSIÇÃO DA GUARDA DO SÁBADO PARA O DOMINGO.

Aos irmãos domingueiros, eu pergunto:

Aos que julgam que a Ressurreição de Jesus foi motivo para acabar com os santos e solenes sábados do Senhor, se isso pudesse acontecer,  pergunto:  quando se passou a TRANSIÇÃO do sábado para o domingo?   Um evento desse porte, pois colocaria em Xeque a Palavra Viva de Deus, teria de ter havido um período de transição, pois jamais seria possível induzir, facilmente, principalmente os cristãos advindos da tradição israelita, cessarem subitamente a santificação dos sábados apenas por conta de uma decretação a respeito pelos apóstolos de Jesus,  por isso TERIA DE TER HAVIDO, obrigatoriamente,  UM PERÍODO DE TRANSIÇÃO. Não há como ser diferente disso!

Não há como fariseu moderno algum negar isso, sem ingressar na absoluta incoerência e desonestidade!

Se tivesse havido uma declaração dos apóstolos de Jesus, mais ou menos assim:  “Irmãos, pela grandiosidade da Ressurreição de nosso Mestre, Jesus Cristo, que já subiu ao Reino de Deus Pai, a partir de hoje vamos abolir o sábado e passar a guardar o domingo”.

Se tivesse havido algo assim no Evangelho, pois em seus 40 dias na Terra depois de sua Ressurreição, JESUS NADA DISSE SOBRE SUA RESSUREIÇÃO INFLUIR NA PALAVRA DE DEUS QUE  ORDENA GUARDAR O SÁBADO, e se mesmo assim os apóstolos, por sua conta e risco (alto risco) tivessem tentado fazer mudar a tradição, muitas vezes secular, da santificação do sábado pela maioria dos cristãos originários de Israel, isso teria obrigatoriamente de ter passado por muitas reuniões para discussão, certamente acaloradas -- e ouso dizer até violentas --, sobre esse tema que seria de dificílima aprovação e ouso dizer ser impossível tal aprovação. 

Portanto, um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus cravado nas Rochas Sagradas e, pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus  cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, nem haveria como não ter um período de TRANSIÇÃO! É ou não é? Vamos a todos os detalhes:
Todos os cristãos judeus e não judeus aceitariam, passivamente, o corte do mandamento do sábado?

Se tivessem aceitado essa difícil situação, quando e onde ACONTECEU A TRANSIÇÃO do sábado para o domingo? 

Teria acontecido logo após Jesus ter ressuscitado?
 O período de transição teria começado após a Ressurreição de Jesus, mesmo ele tendo permanecido na Terra por mais 40 dias e nada nos informou a respeito da derrocada do santo sábado?

O período de  transição teria semana depois da Subida de Jesus ao Reino de Deus Pai? Um mês depois? Um ano depois?  

Eu mesmo respondo invocando a lógica do Evangelho: NUNCA!!! Nunca houve transição alguma, pois se a História da Igreja registra que os cristãos guardavam o sábado até no ano 364 depois de Cristo, onde aconteceu o Concílio de Laodicéia, que finalmente determinou a abolição do sábado na Igreja a favor do domingo, só isso prova a Grande Mentira do domingo fazer parte da vida dos apóstolos!


Mas o farisaísmo e a hipocrisia que campeia ainda hoje no meio evangélico, uma parte deles tentam até o impossível: desmerecer o próprio Concílio de Laodicéia que tanto os incomoda. Vou citar apenas um desses grupos: Os "pastores" da CACP que tentam de todas as formas inviabilizar o Concílio de Laodicéia, legitimado por mais de uma centena de escritores de todos os tempos.

   Então segundo a total e indiscutível lógica evangélica, os cristãos continuaram a guardar e santificar os sábados,  pelo menos até esse ano da proibição pelo Concílio de Laodicéia, mais de três séculos e meio após Jesus!

A História das Raízes da Igreja revela, segundo os livros abaixo colocados, que  por ódio dos judeu e, por isso mesmo, para diferenciar os cristãos dos judeus o clero resolveu, pelo Concílio de Laodicéia e assinado pelo Papa Libório (pela contagem católica), um decreto que proibiu, de modo absolutamente irrevogável, irretratável e irreversível, a guarda do sábado a favor do tal domingo, e ainda decretou castigos aos que teimassem em continuar sabatistasPORTANTO NÃO HOUVE TRANSIÇÃO ALGUMA APÓS A RESSURREIÇÃO DE JESUS, mesmo depois de ele ter subido ao Reino de Deus Pai.

Então, evangélicos, católicos, ortodoxos, entendidos, professores, teólogos e exegetas: os cristãos da Igreja Primitiva continuaram a guardar os sábados até o ano 364, o que anula definitivamente as declarações insistentes dos domingueiros a respeito de que os apóstolos de Jesus guardavam o tal domingo.

Foi aí, sim, no ano 364, que houve um breve período de TRANSIÇÃO, pois é lógico nem todos concordaram com o resultado do Concílio de Laodicéia,  resultado certamente orquestrado pelo próprio Satanás que conseguiu seu maior feito: "Riscar" das Rochas Sagradas mais uma das 10 Leis, no caso o mais amado mandamento do Senhor Deus, nomeado por ele como Santo e Bendito e ainda instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade, já que Está Escrito que não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele:  Romanos 10:12.  Romanos 2:11.   Romanos 3:22.  Tiago 2:9. Colossenses 3:25. Atos 3:24. Atos 10:34. Efésios 6:9. Efésios 2:14.  Deuteronômio 10:17.

Por tudo isso, é facílimo concluir que, segundo a Humildade mais que comprovada de Jesus, certamente ele teria escolhido a Obediência a Deus Pai na guarda de seus Mandamentos que ser honrado em seu domingo da Ressurreição.


http://jesuseograndevalordahumildade.blogspot.com.br/

Eu coloquei que Satanás conseguiu corromper mais um dos mandamentos, pois antes já havia corrompido o Segundo Mandamento, propagado a idolatria iconolátrica entre os católicos e ortodoxos   do mundo todo. A Palavra de Deus já profetizava isso:


 Não conseguindo barrar o nascimento do cristianismo, Satanás perseguiu os santos vivos:

“E o dragão irou-se contra a mulher (a Igreja de Deus), e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo”. Apocalipse 12:17 

 Satanás venceu os santos vivos ao fazer com que passassem a desobedecer a Deus aos seus dois principais mandamentos:


“E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação”.  Apocalipse 13:7

 Então, domingueiros, essa história de que os apóstolos de Jesus santificavam os sábados está mais furada que uma peneira de arames bem finos e bem separados.

Conferir a respeito de o Concílio de Laodicéia na História Universal:

Álvaro Huerga. Histori A História dos Concílios, vol. XIV, col 109, por Labbe e Cossart),a de los alumbrados.  Espanha, 1978.

Outras fontes:

Jeovah MENDES. Os piores assassinos e hereges da história. 1997.
O Papa e o Concílio. De Tayne, Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.
Earle E CAIRNS. O cristianismo através dos séculos.  1977.
Eamon Duffy. Santos e Pecadores.
Ralph WOODROW.  Babilônia: a religião dos mistérios.
Ernesto L. Oliveira: Roma, a Igreja e o Anticristo.



SEGUNDA REVELAÇÃO


Há mais uma fortíssima revelação no Evangelho, muito importante, que não concede refutação alguma  -- se estiver presente a honestidade --, que NÃO ESTÁ ESCRITA, mas que é altamente reveladora, o que indiscutivelmente também PROVA, biblicamente, que o tal domingo nunca existiu no Evangelho como Dia de Guarda e Santificação.
 Basta RACIOCINAR um pouquinho para entender essa Verdade. E essa colocação é tão cristalina, tão evidente, tão esclarecedora e conclusiva que não é necessário nenhum esforço de raciocínio para abraçar a Verdade que revela que para o Senhor Deus o sábado é para sempre. Vamos a ela:
 A Verdade de Deus no Evangelho nos mostra que os israelitas, em geral, principalmente os fariseus, escribas  e os principais do templo não aceitavam, em hipótese alguma, agressões à sua mais que secular tradição, principalmente a sabática. Por isso, os fariseus se rebelaram quando notaram os apóstolos de Jesus tomarem as refeições sem que antes lavassem as mãos. Atenção para esse detalhe: Isso ficou registrado no Evangelho.
 Os fariseus protestaram forte apenas pelo insignificante fato de os apóstolos de Jesus tomarem as refeições sem lavar as mãos, e isso ficou registrado no Evangelho,  assim também como ficou registrado no Evangelho o protesto dos fariseus quando perceberam que, num sábado, os apóstolos colhiam espigas para matar a fome pelas longas caminhadas, então,  por conta disso,  imagine, os fortes protestos e as terríveis consequências que certamente teriam ocorrido se os apóstolos de Jesus tivessem apenas ousado sugerir que, a partir da Ressurreição de Jesus, o Santo e Solene sábado de Deus seria trocado pelo domingo. 
 Se apenas um só dos apóstolos sugerisse que o sábado "já era"  teria provocado  um escândalo de tamanha proporção que certamente estaria devidamente registrado nas Escrituras, pois nos revelaria fortíssimas revoltas judias, uma verdadeira revolução religiosa que poderia até ter ocasionado mortes, pois por muito menos tentaram, por várias vezes, assassinar Jesus por conta de os fariseus julgarem que ele violava os sábados santos, e por revelar que era o Filho de Deus Vivo. 

Por conta do apóstolo Paulo ter violado as leis da tradição israelita, leis essas que não tiveram lugar no Evangelho (Lucas 16:16), pois nos teriam escravizado e até matado, os judeu não cristãos o apedrejaram a ponto de julgá-lo morto e o arrastaram  para fora da cidade.


“Sobrevieram, porém, uns judeus de Antioquia e de Icônio que, tendo convencido a multidão, apedrejaram a Paulo e o arrastaram para fora da cidade, cuidando que estava morto”.   Atos 14:19

E essa tentativa de assassinato do apóstolo Paulo de Tarso nada teve a ver com  desrespeito aos sábados, imaginem se tivesse sido. Ele não teria escapado da morte!
 Segundo a tradição israelita, se qualquer um dos apóstolos, sempre fiscalizados,  tivesse apenas sugerido aos cristãos tal mudança insensata do santo e ab3ençoado sábado para um dia de trabalho, o domingo, absolutamente inconsequente, que ofenderia gravemente a OBEDIÊNCIA A DEUS ao seu mais amado Mandamento, teria sido arrastado pelas ruas e apedrejado em praça pública por uma multidão enfurecida, pois por muito menos apedrejaram Estêvão e perseguiram Jesus jurando-o de morte, apenas por ter curado num sábado e por ter-se identificado como o Filho de Deus vivo. Ou será que você acha que não? Medite sobre isso, irmão e concluirá pela lógica irreversível de que o sábado é para sempre!
Então, se não há um só registro de graves protestos contra um só dos apóstolos de Jesus por ensinar ou apenas por sugerir que o tal domingo viria a substituir o sábado e, apenas por isso,  facilmente se entende que NUNCA EXISTIU O TAL DOMINGO NO EVANGELHO como o Dia do Senhor, nem jamais poderia, pois Jesus bradou que o Universo inteiro e os céus poderão ser destruídos antes que das leis do Pai se consiga retirar um simples til, mas os fariseus modernos e até hipócritas, incrivelmente se opondo a Jesus e sua Verdade, pretendem retirar das leis de Deus os 405 caracteres que formam o Quarto Mandamento do Sétimo Dia. 

Sobretudo, é o único Mandamento nomeado pelo Criador como Santo e Abençoado, e ainda instituído como Um Sinal entre Deus Pai e a Humanidade, já que está bastante repetido no Evangelho que ele, o Senhor, não faz distinção de pessoas, pois todos são iguais perante ele, e em Efésios 2:14 revela que a parede que nos separava dos israelitas FOI DERRUBADA a favor da existência de UM SÓ POVO DE DEUS.

 O apóstolo Paulo foi alvo dessa fúria judia e quase foi morto por isso, mas essa revolta judia NÃO aconteceu por ensinar contra o sábado, pois se isso tivesse acontecido, fatalmente Paulo teria sido linchado até à morte comprovada.

Esse escândalo dos fariseus aconteceu porque Paulo ousava ensinar uma doutrina que se opunha às leis da tradição israelita, de seus pais, tal como a Circuncisão da carne, os sacrifícios de animais nos templos, a lei da segregação racial, a lei da morte a pedradas, a lei do chicote e outras ordenanças que não tiveram lugar no Evangelho da Graça, pois se isso tivesse acontecido, por serem leis escravas, inviabilizariam a Religião da Graça e da Liberdade de Jesus.

“Quando já estavam por findos os sete dias, os judeus vindos da Ásia, tendo visto Paulo no templo, alvoroçaram todo o povo e o agarraram gritando: Israelitas, socorro! Este é o homem que por toda a parte ensina todos a serem contra o povo, contra a lei e contra este lugar: ainda mais, introduziu até a gregos no templo, profanando este recinto. Agitou-se toda a cidade, havendo concorrência do povo e agarrando a Paulo, arrastaram-no para fora do templo procurando matá-lo”.  Atos, 21.27.

Repetindo, pela alta importância, o apóstolo Paulo que falava e escrevia sob completa inspiração do Espírito Santo de Deus jamais foi acusado de tentar ensinar contra o sábado, ao contrário, ele levava sua Igreja a santificar TODOS OS SÁBADOS, pelo menos até o ano 364, ou seja, 332 anos após a Ressurreição de Jesus, quando, pelo Concílio de Laodicéia os Bispos de Roma ordenaram a cessação da guarda do sábado.



 Quanto a isso tudo, um bispo católico, com o qual eu me correspondi a respeito de sábados e domingos, surpreendentemente, ao assegurar que os apóstolos ensinaram, na surdina (ave!) os primeiros cristãos a trocarem o sábado pelo domingo, logo após a Ressurreição de Jesus, o fizeram exatamente para que não ocorresse as revoltas acima descritas.
 “Ora, meu caro bispo – respondi --, depois que os apóstolos receberam o fogo do Espírito Santo de Deus no Cenáculo, perderam completamente o medo de qualquer ser da Terra e demonstraram isso, pois por amor ao Mestre, até a vida ofereceram para a propagação do cristianismo. então o senhor errou feio!
 Que religião verdadeira, a do poder de Deus, seria essa cujos apóstolos teriam de humilhar-se a ponto de esconder a Verdade de Deus,  por medo do mundo?  Paulo com medo?  Pedro como medo?
   Repetindo: depois que os apóstolos de Jesus receberam Labaredas de Fogo do Espírito Santo de Deus todos perderam o medo de qualquer homem da Terra inteira e isso está devidamente registrado no  Evangelho. Ora, então por que o senhor não levou essa grandiosidade em conta? Ora, meu caro bispo, o seu cristianismo não representa Verdade de Deus!”.  Convenientemente, o bispo silenciou.
 A Verdade está revelada, por isso RACIOCINEM, irmãos, e não ajam como os fariseus modernos que bloqueiam as suas consciências e anestesiam as suas mentes na repulsa satânica contra os sábados santos. Se raciocinarem com honestidade, facilmente concluirão que Não há a mínima possibilidade  de a  igreja de Jesus ter violado um só sábado santo e abençoado de Deus, como está escrito.
Quem precisa mais que isso para ter a certeza de que o sábado é perpétuo?

Aos irmãos domingueiros eu pergunto:

Aos que julgam que a Ressurreição de Jesus foi motivo para acabar com os santos e solenes sábados do Senhor, se isso pudesse acontecer,  quando se passou a TRANSIÇÃO do sábado para o domingo?  Como provamos acima, obrigatoriamente teria de ter havido um período de transição e devidamente registrado no Evangelho, assim como ficou registrado o insignificante fato de os apóstolos comerem sem lavar as mãos.

Um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus, e pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus  cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, não haveria como não ter um período de TRANSIÇÃO! É ou não é? 
 Ou será que todos os cristãos judeus e não judeus teriam aceitado passivamente o corte do mandamento do sábado?  Respondo eu conhecedor das Escrituras e das Raízes da Igreja e da História Universal: Jamais!

A TRANSIÇÃO teria ocorrido no sábado seguinte à ressurreição de Jesus?  No sábado depois que ele subiu ao Reino de Deus Pai? Uma semana depois? Um mês depois? Um ano depois?  Eu mesmo respondo: NUNCA! Nunca houve transição alguma, pois se a História da Igreja registra que os cristãos guardavam o sábado AINDA no ano 364 depois de Cristo, e que por ódio dos judeus o clero resolveu, pelo Concílio de Laodicéia e assinado pelo Papa Libório, um decreto que proibiu, de modo absolutamente irrevogável, irretratável e irreversível, a guarda do sábado a favor do domingo, e ainda decretou castigos aos que teimassem em continuar sabatistas NÃO HOUVE TRANSIÇÃO ALGUMA APÓS A RESSURREIÇÃO DE JESUS!

Então os cristãos da Igreja Primitiva continuaram a guardar os sábados até o ano 364.

Foi aí, sim, no ano 364, que houve a TRANSIÇÃO, pois nem todos os cristãos aceitaram passivamente a exclusão do Quarto Mandamento de Deus a favor do tal domingo, fato certamente orquestrado pelo próprio Satanás que conseguiu seu maior feito: "Riscar" das Rochas Sagradas das leis de Deus o seu mais amado mandamento, nomeado por ele como Santo e Bendito e ainda instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade, já que Está Escrito que Deus não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele:  Romanos 10:12.  Romanos 2:11.   Atos 10:34.  Atos 3:24  Efésios 2:14.

 Então, domingueiros, novamente coloco: essa história de que os apóstolos de Jesus santificavam os sábados está mais furada que uma peneira de arame fino e bem separados.




A palavra DOMINGO, vem do latim "Dies Dominicus", e era dia de festa dos romanos que o tinham como DIA DO SOL, astro esse muito venerado pelos romanos.

Portanto, a palavra DOMINGO não existe na Bíblia por inteira. Mas os papas romanos, aliando a fidelidade a Constantino, ao Dia do Sol romano, ao perene ódio que mantinham contra os judeus, mais a desculpa pela Ressurreição de Jesus num domingo, através do Concílio de Laodicéia, ano 364, o papa Libório (denominação católica)  a abolição do sábado santo e abençoado, assim chamado por Deus Pai, perdendo lugar para o tal domingo.


Na verdade, segundo  História Universal, o primeiro papa (de verdade) foi o Papa Bonifácio III, inicialmente elevado a Bispo Universal de Roma pelo Imperador Romano Flavio Focas Augusto, no ano 607, sabendo-se que a palavra bispo significa Supervisor.   Portanto, como a morte do antecessor Papa Sabiano (essa contagem é por conta do clero católico, assim como Simão Pedro ser o “Primeiro Papa) Bonifácio III assumiu o Primeiro Papado Romano, e como são confusas e contraditórias as datas verdadeiras da criação do Catolicismo de tantos e tantos erros, tudo aponta para a gestão desse Primeiro Papa Bonifácio III.  Então, a versão que mais se aproxima da Verdade Histórica é que o Primeiro papa foi Bonifácio III e que na gestão dele foi criado o catolicismo de tantos e tantos erros.  


http://souocatolicismomeupassadomecondena.blogspot.com.br/

Mas essa palavra DOMINGO, não encontraremos na Bíblia, desde Gênesis ao Apocalipse. No Evangelho encontraremos as palavras “No primeiro dia da semana”, mas não domingo,  pois isso foi invenção do papado romano nada santo, apesar de que nas bíblias modernas católicas os clérigos inseriram lá a palavra domingo como o “Dia do Senhor” (Apocalipse 1:10), ingressando nas maldições constantes no Apocalipse 22:18 e 19 a quem ousar acrescentar ou retirar qualquer adendo à Palavra de Deus Escrita. 

 Ainda, pelo Concílio de Laodicéia, o papado romano decretou severas perseguições  e com a ameaça da excomunhão eterna a todos os cristãos que ousassem continuar a guardar os sábados. Ainda bem que a apavorante Inquisição Católica só veio a ser instituída pelo Concílio de Toulouse, em 1229.  


http://aigrejaescondeoconciliodetoulouse.blogspot.com.br/]

Como citado antes, quanto à proibição da guarda do sábado, havia, há e sempre haverá os REMANESCENTES, os da Bíblia, somente e unicamente da Bíblia, que mesmo com as mortais perseguições do papado romano de Satanás, os remanescentes sempre tiveram parte ativa na preservação do verdadeiro cristianismo, e isso acontece até hoje, pois se confrontam contra a extensa maioria que se dizem da Bíblia, somente da Bíblia, mas são apenas da Bíblia, mais ou menos da Bíblia e assim acontecerá até a consumação dos séculos.


“...De muitos que éramos, podes ver a quão poucos fomos reduzidos”.   Profecias, em Jeremias,  42.2.

 “E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”.   Jesus, em Marcos 7:9.

Não adianta, também, tentar esconder-se da herança natural de Israel a respeito das leis do Monte Sinai, pois provaremos aqui que Deus Pai não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele. Além disso, Está Escrito abaixo que somos os legítimos herdeiros dos israelitas e os herdeiros herdam as bênçãos, mas também as obrigações, tal qual herdamos os castigos de Adão e Eva.

Em Efésios 2:14, Está Escrito que Senhor Deus derrubou a parede que nos separava dos israelitas, e agora somos um só povo.


Vós, sim, que antes não éreis povo, agora são povo de Deus”.  
   1 Pedro 2:10

E como também somos o Povo de Deus, herdamos as leis do Monte Sinai, promulgadas e propagadas inicialmente aos israelitas. Mas todas elas, e não só nove, como ensinam os pastores domingueiros.

Waldecy Antonio Simões     walasi@uol.com.br

Todos os meus escritos são livres para publicações, desde que os textos não sejam modificados.

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 Waldecy Antonio Simões. walasi@uol.com.br

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 “Então, no Reino do Pai, os justos resplandecerão como o Sol”.  Promessa de Jesus, em Mateus, 13.43


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